segunda-feira, março 30, 2009

PostHeaderIcon Rir é o único remédio

- Amiga, como vai vc? Soube que vc caiu na rua e quebrou o braço, disse eu para Anelise.
- Pois então, eu estava com a Manoela e quando vi, estava estatelada no chão com uma dor muito forte no braço. Dor tão forte que vomitei ali na rua, sentada no chão. Ninguém para me ajudar e a dor forte... chorei demais e a Mamoela passeava por perto de mim e me lambia o rosto e queria lamber o vômito...
- Dio Mio!!!!!!!!!!! O celular em casa, né? Bem guardadinho!!!
- Isso mesmo!!!!!!!!!!! Agora estou bem. Naquele dia eu consegui me levantar e vim para a casa com a Manoela. Peguei o carro e fui para o Hospital. Ganhei um belo gesso e a recomendação de me tratar em ambulatório. Marquei hora e fui. O médico ficou horrorizado porque era caso de cirurgia. Estou com dois pinos no braço! - E Você? Tudo bem? Como vc soube?
- A Helena, dona da Nikita, me contou. Não pude ligar antes porque eu caí e me machuquei. Ganhei carona num caminhão de entrega. Os dois moços foram geniais comigo, mas o motorista estava com medo do Baltazar.
- O quêeeeeee?????????? Vc também caiu? Isso é contagioso? E daí? Aposto que o celular estava em casa, também, disse-me Anelise.
A partir daí nossa conversa debandou para as gargalhadas. Quem pode falar sério depois de dois tombos de gravidades diferentes?
- Fiquei com a mão queimada e esfolada por te-la esfregado no cimento áspero da calçada, junto com o joelho e o pé, disse eu.
Rimos muito com nossas mazelas e estamos, ambas em franca recuperação.
Ninguém pensou em acionar o dono da calçada e a Prefeitura de São Paulo para receber alguma indenização pelos ferimentos e transtornos. Anelise passou por anestesia geral, um risco enorme para sua saúde. Está com dores e tem dois pinos no cotovelo. Fará fisioterapia por sabe-se lá quanto tempo e poderá ficar com o braço defeituoso.
Minhas quedas se devem ao péssimo estado dos pisos de nossas calçadas que geraram quedas sobre quedas e o elastecimento dos ligamentos dos meus pés. Não tem conserto e nem recuperação. Deixei de usar sapatos de salto faz alguns anos e ainda caio quando há qualquer desnível no solo. Minhas cicatrizes nos joelhos são feias e despigmentadas. Já quebrei o pé, o cotovelo e tive muitas luxações nos dois pés.
Quem paga por isso?
Quem é responsável por esses acidentes?
Quando é que nós vamos deixar o comodismo para exigirmos a contraprestação dos impostos que pagamos?
Até quando nós vamos aceitar ... chega de reclamar!!!!!!!!!!

Bjkª. Elza

Manuela: cadela Golden Retriver
Nikita: cadela Samoieda
sábado, março 28, 2009

PostHeaderIcon Aniversários


Vários aniversários para serem comemorados:
Barbara, cujo blog tem senha e não posso linkar para todos, comemora hoje seu nascimento. Nessa caixa eu coloquei carinho e admiração para ela. Pode levar, viu????
Também meu amigo Beto está de idade nova. Bjkª, meu querido.
Meu Pai estaria completando 91 anos. Pai, para você, minha saudade.
Bjkª da Elza
quinta-feira, março 26, 2009

PostHeaderIcon Sem assunto




Nos dias seguintes a uma queda e machucados na mão, joelho e pé fico sem graça e sem assunto. Quero mais é me recolher e que as dores desapareçam.

Estou sem assunto e por isso exibo os meus presentes mais recentes.

As lindas flores vieram da Sonia Horn, minha ex-amiga secreta e hoje, amiga blogueira.


O selinho veio da Mari Amorin.
Obrigada, minhas queridas, pela deferência.
Bjkª. Elza
segunda-feira, março 23, 2009

PostHeaderIcon Coisas modernas


- Preciso levar o avião para os Estados Unidos e ficarei fora 15 dias. Quer ir comigo?

- Para onde nós vamos? Vou voar no seu avião?

- Para Disney e outros lugares interessantes. Quantes vezes já disse que o avião não é meu? Eu só o piloto ...


- Eu falo na escola que o avião é seu!


Malas prontas, os viajantes saem de São Paulo num jato de empresa particular em direção à aventura. Pais e filhos em busca de intimidade e prazer. São dois comandantes e um mecânico acompanhados, cada um, de seu filhote.


O mais novo e mascote da turma é meu netinho por empréstimo, que tem 6 anos. Por ser pequeno e ágil é chamado pelo avô de Sagui!


Para entrar nos Estados Unidos tiveram uma perda enorme de energias até passarem pela alfândega, mas, chegaram vivos ao hotel. No dia seguinte, avião entregue para revisão, nossos heróis partiram para alugar carro e depois, diversão total com direito a fotos no Orkut.


Na volta, esbarraram na BURROCRACIA E GANÂNCIA de algum fical da receita. Era sexta-feira à tardinha. Chegam e fazem pouso para reabastecimento e internação da aeronave ... ficam plantados porque "faltava um documento".


A proprietária do avião não usa e$$e documento para liberar o aparelho e os 6 viajantes permanecem em terra, no meio da mata amazônica, sem saída.


Divertiram-se, é claro. Na foto, meu "netinho" enfeita umas vitórias regias.

- Pai, você tem milhagem? Pode ceder para o menino voltar para casa? Não sei quanto tempo ficarei retido aqui e não desgrudo do avião de modo algum! Os outros meninos também estão sendo despachados para São Paulo.


- Olhe, já tirei o bilhete dele. Anote os dados, disse meu marido ao filho.


E assim, o menino foi embarcado para casa, sozinho, num jato de linha comercial.


Chegou no domingo à noite, todo orgulhoso por ter viajado de Manaus para São Paulo sem companhia de alguém da familia.


- Mãe, o comandante é amigo do Pai e vim de Primeira Classe. Me deram um jogo e todo mundo no avião falou comigo e cuidou de mim. Quando é que vou voar de novo no avião do meu Pai?


Bjkª. Elza
sábado, março 21, 2009

PostHeaderIcon Recebi um e.mail




que estrupiou meu note!!!!!!!!!!


Na verdade a ventoinha estava "barulhando" e eu ia levar o aparelho para o tecnico, mas, é claro, resolvi abrir os e.mails antes. Foi o que bastou. O tal e.mail era um virus. Nada mais abria. Nem word, nem net e nem nada!


Peguei o note e a fonte e voei para o técnico.


Fui ficando histéca, sem meu instrumento de trabalho e de diversão. Precisei me socorrer de uma lan house para elaborar um trabalho profissional, dá para acreditar?


Conversei com o João, o tecnico, e ele me disse que estava terminando de instalar o windows quando o note apagou e não ligou mais. Fiquei doida! Isso não aconteceu na minha mão...


Ele desmontou o note inteirinho e os mais de 40 parafusos foram retirados para que as peças fossem analisadas, uma a uma.


Para me acalmar, o João me emprestou uma torre. Não consegui ligar o monitor e fiquei louca! Liguei para o João e só então nós percebemos que eu levara a fonte do monitor para o laboratório e não a fonte do note!


Explico: meu marido me presenteou com um monitor maior do que o do note. Assim, o note fica fechado e eu uso teclado e mouse sem fio e o monitor grande que tem entrada que se encaixa na entrada da fonte do note... Estamos achando que essa troca queimou o alguma placa do note.


Para encurtar, estou com uma torre emprestada e poderei blogar enquanto o meu note está no conserto. Meu note vai para a fábrica para revisão, é mole????????


Senhor virus, quero mais que vc encontre alguém que tenha antídoto bastante forte para encerrar sua carreira assassina, viu?


Espero, também ter aprendido a diferenciar os cabos e as fontes desses computadores, ora!


Bjkª. Elza
quarta-feira, março 18, 2009

PostHeaderIcon Obrigada


Pelo carinho, pela consideração, pelo apoio, por existirem na minha vida.
Comemorei o aniversário como nunca!
Almocei com minhas amigas de infância e, como sempre, chamamos a atenção de todos por causa das risadas e da felicidade estampada nos nossos rostos.
Recebi muitas ligações com música e sem música.
Adorei meu dia especial e dedico a vocês minha felicidade.
Muitas bjkªsssssssssssssssssss da Elza

terça-feira, março 17, 2009

PostHeaderIcon Aniversário



Abri as portas desse cantinho para comemorar minha chegada à terceira idade.

Agora eu não pago passagem de ônibus, uso a fila especial dos bancos. Tenho direito ao estacionamento dos idosos nos shoppings e mercados, atendimento preferencial nos aviões, balcões da justiça e em todos os lugares em que vá.

Oficialmente sou idosa!

Só tem um detalhe: minha cabeça e minha alma não se convencem disso e continuam a sonhar e a brincar e a agir como se eu tivesse menos idade. De vez em quando o corpo emperra e reclama, mas a cabeça não dá bola e força a barra!!!
Meu irmão acabou de me ligar e me disse "seja bem vinda aos 60! É igualzinho aos 30, aos 40 e aos 50. Só tem uma coisinha: quando vc acordar e colocar os 2 pés no chão, preste atenção para ver onde está doendo. Se não doer em lugar nenhum, pode voltar a deitar porque é sinal que vc morreu kakakakakakaka".

Não sei colocar música, de modo que deixo por conta da imaginação de cada um esse detalhe.

Acho interessante a leitura do ESTATUTO DO IDOSO. Bom preveito!

Deixo de fazer balanço de vida porque estou feliz e não quero me lembrar do que já passei para chegar até aqui.

Beijos a todos e espero que apreciem o bolo de aniversário.
Confesso que tentei montar uma festança enorme e não consegui. Fiquei no bolo comemorativo e na alegria de estar com todos vocês.

Bjkª da Elza
segunda-feira, março 16, 2009

PostHeaderIcon Lua diurna


Meu cachorro e eu andávamos pelas calçadas de Moema.
Ele, muito preocupado em cheirar todos os cantinhos das paredes e dos postes e dos jardins.
Eu, distraída, no meio da passarinhada, olho para o céu e me encanto com a lua.
Nem imagino porque a ela permaneceu visivel para nós, hoje, até tão tarde.
Já era dia alto e ela, lá, impassível, pendurada no céu por fios invisiveis, brilhante, a me provocar e me encantar.
Noturna a lua é comum, normal.
Lua diurna é translúcida, alegre, brincalhona.
Pouco me importa de é Nova ou Crescente.
Não quero saber se é mero reflexo dos raios do sol.
Lua diurna é bela e simples. Enfeita o céu com sua beleza suave e silenciosa.
Bjkª. Elza
Para quem não sabe:
As ruas desse meu bairro tem nomes de pássaros.

domingo, março 15, 2009

PostHeaderIcon O Desejo


Postagem sobre o tema proposto pela Tertulia Virtual

Um calor sobe pelo corpo nu
Os pés queimam e as pernas incham
Os joelhos tremem e os pelos eriçam
O peito arfa com a respiração mais rápida e incontida
As mãos passeiam pela pele num sobe desce macio e fluido
A nuca arrepia e a coluna arqueia
Os braços enlaçam
Os olhos se fecham
Os lábios murmuram
A garganta geme
Rola para cá e pra lá com os cabelos soltos
O corpo, elétrico, pede mais.
Anseia por mais beijos, abraços, mordiscos, lambidas
O corpo em chamas oferece carinhos lascivos,
grunhidos, suspiros e respiração ofegante.
Quer doar suor, umidade natural, aberturas quentes e pulsantes.
Precisa expressar o amor e o desejo de gozar.
Acorda molhada e insatisfeita.


Bjkª. Elza
sábado, março 14, 2009

PostHeaderIcon Inclusão social


Blogagem sugerida por Ester.



No outro Blog do Beagle contei alguns momentos vividos numa entidade beneficente, aqui em São Paulo.


Talvez tenha contado minha incrível experiência com a cegueira. Ai Jesus !!! ... o povo prefere dizer deficiência visual...


Prefiro dizer cegueira porque sou deficiente visual mas não cega. Sou portadora de alta miopia e essa deficiência não me impede de dirigir, de ler e estudar e não foi obstáculo para eu cursar e obter dois bacharelados por universidades diferentes. Também não me impediu de exercer minha profissão e de me casar.


Assim, a expressão "deficiência visual" não me agrada e prefiro o termo cru que para mim tem conteúdo certo. Preciso esclarecer que o cego que nada vê é raro. De forma geral e em graus variados o cego vê sombras e vultos. Pelo fato de ele conseguir divisar sombras é que o termo cego foi colocado de lado e adotado o "deficiente visual".


Essa discussão a nada leva, mas esclarecer não custa.


Minha experiência decorreu de um sonho que tive enquanto dirigia uma entidade beneficente que, àquela época estava com 80 empregados, 230 alunos na escola de primeiro grau, 150 crianças na creche e 20 cegos no departamento especial que deveria educá-los e integrá-los à sociedade.


Os cegos não eram integrados aos demais componentes da entidade, muito embora, o espaço físico fosse um só. A bem da verdade, a entidade era composta de departamentos estanques e que não se comunicavam. Ninguém via os cegos sendo treinados no pátio da escola. As crianças da creche não tinham contato com as crianças da escola e assim por diante.


Sonhei em transformar tudo aquilo num lugar uno e coeso. Sonhei em ver os cegos transitando pelo pátio ao mesmo tempo que as crianças da creche cantavam suas cantilenas e as crianças da escola utilizavam a quadra de esportes nos exercícios da ginástica.


Sonhei em ter crianças cegas na creche e na escola e integrá-las na sociedade desde jovens. Sonhei em integrar os cegos adultos à sociedade e ao mercado de trabalho. A entidade cuidava só de cegos adultos que chegaram a essa condição por acidentes, diabetes, doenças congênitas e por aí afora. Geralmente, a entidade cuidava daquele que ficou cego já adulto.


Ficar cego já adulto é razão de outro post... As dificuldades e necessidades deles são espantosos. Falta de tudo para que esses adultos possam continuar suas vidas, desde treinamento, livros escritos ou falados, máquinas de escrever, computadores a preços decentes e por aí afora.


Muitas etapas precisariam ser vencidas e uma delas, a que me marcou profundamente foi me sentir cega.


Sob encomenda, os técnicos da entidade deram uma pincelada no que é a escrita Braille e o que ela significa para os cegos. Mostraram como funciona a bengala longa e retrátil e vendaram nossos olhos para o exercício final.


Os olhos vendados e a escuridão parcial me trouxeram falta de equilíbrio e enrijessimento dos músculos do tronco. Por alguns instantes eu não sabia onde estava, mas consegui recuperar a noção de espaço. Uma psicopedagoga me guiou. Eu agarrei no seu cotovelo e saimos andando pelo patio, escadarias, corredores, salões, cozinhas da entidade.


Aos poucos os sons e as claridades tornaram-se importantes para a localização. O barulho de uma colher colocada sobre o mármore da pia deu a pista de onde estávamos. O vazio de parede, repentino, nos indicou a presença das escadas e assim por diante. No transcurso do exercício eu folguei minhas garras de medo e apenas toquei o cotovelo de minha guia.


Nem todos participaram desse treinamento. Existem resistências pessoais, medos e traumas que devem ser respeitados. Para mim, foi a libertação pois, o conhecimento me enriqueceu.


Contudo, ficou um sonho não realizado, porque iniciei um projeto e não tive oportunidade de completar o trabalho de integrar todos os departamentos.


Departamentos unidos e coesos, poderiamos passar a trabalhar a comunidade em que a entidade estava inserida, com a construção de calçadas adaptadas aos cegos e conscientização dos vizinhos sobre a importância de respeitar os espaços públicos para os deficientes, cegos ou cadeirantes ou qualquer outro que detenha necessidades especiais.


Também não pude nem chegar perto da profissionalização dos cegos, mas isso, é para outro post.


Quando eu ando aqui pelo meu bairro com meu cachorro eu observo a falta de respeito das pessoas para com os espaços públicos por onde poderá passar um cego e se machucar ou se perder em virtude dos obstáculos colocados com displicência em locais impróprios.


Muitas vezes eu socorri cegos sendo destratados ou debochados pela crueldade dos ignorantes, no centro de São Paulo. Muitas vezes eu os guiei até os locais de destino e aprendi coisas da vida diária que nenhum treinamento pode ensinar naqueles momentos de fraterna intimidade, já que eles pegavam no meu cotovelo para serem guiados.


Posso escrever sobre esse tema muitas e muitas coisas, mas o que quero dizer, no fundo, é que, todos nós deveríamos ter treinamento para deficiência. Acredito que após esse treinamento mudaríamos nosso comportamento e incluiríamos o deficiente em nossa vida sem preconceito.


Todos nós estamos sujeitos a nos tornarmos deficiente e portadores de necessidades especiais, mas, certamente, ninguém pensa nisso. Nenhum de nós está isento ou imune a um acidente, ou a doença que nos coloque noutra condição de sobrevida.


Bjkª. Elza
segunda-feira, março 09, 2009

PostHeaderIcon Inclusão social

Sei que me comprometi a postar sobre o tema, mas não pude preparar nadinha.
Além de estar em férias, meu marido teve um pequeno problema de saúde e já está em franca recuperação.

Eu precisei voltar para Sampa para realizar outro serviço urgente. Cheguei faz meia hora, caindo de cansada.

Sinto muito ter falhado com meu propósito, mas tenho absoluta convicção que não faltará oportunidade para eu participar de blogagem organizada pela Ester.

Bjkª. Elza
domingo, março 08, 2009

PostHeaderIcon Menina gestante

Eu sei que o assunto é velho e que muito se falou sobre isso, mas tenho que dar meu piteco.
A Igreja católica é retrógrada e isso todos nós sabemos.
Representa o pensamento canhestro e distorcido de sociedade malformada. Recusa-se à modernidade e perde fieis todos os dias.
Fiquei estarrecida com a atitude do arcebispo que pretendeu a excomunhão da Mãe da menina, dos médicos e de toda a equipe que salvou a vida física daquela menina submtida a constantes abusos sexuais.
Uma garota de apenas 9 anos de idade, com 1:35 m de altura e pesando 33 quilos, gestando gêmeos em razão de estupro, correndo risco de vida porque o corpinho ainda infantil jamais suportaria essa gravidez não pode passar por aborto.
A mãe é analfabeta, ignorante e sem a menor visão de mundo, pois, sequer percebeu que vivia com um crápula da pior espécie que abusava de suas filhas. Merece educação e não punição.
A equipe médica não pode praticar esse ato de caridade e realizar o aborto naquele organismo franzino e delicado sob a ótica dessa Igreja. Todavia, essa equipe médica pode abortar os fetos, mas não tem meios de abortar o sofrimento, a humilhação, a vergonha, a dor pelos quais essa garota passou nas mãos de seu padastro.
A Igreja católica repugnou o aborto sob a desculpa de "proteger a vida do nascituro", mas deixa a vida da gestante sem proteção... Deixa a vida psicológica e a sanidade mental dessa garota seviciada à mercê de si mesma.
O pior de tudo, deixa o salafrário, o inconsequente, o safado e sem vergonha do autor da façanha impune! Diz que ele praticou um grave pecado e fim da história?
Depois a Igreja Católica não sabe porque está perdendo fieis para os evangélicos!
Do meu modesto ponto de vista, faltou bom senso ao Arcebispo e, pela primeira vez na vida, concordei com as palavras do nosso prisidenti quando se manifestou a respeito desse assunto!

Bjkª. Elza
terça-feira, março 03, 2009

PostHeaderIcon Férias


Agora eu vou para Ubatuba e lá deverei ficar até o dia 5 de março.
Venho de ônibus para Sampa e me dirijo à Diadema para uma audiência. Cliente novo que venho cevando há um ano!!!
Saio da audiência e volto para Ubatuba.
Acredito que depois do dia 5 eu consiga descansar e só voltarei no dia 14 de março e pretendo comemorar meu aniversário no 17.
Passarei por aqui, pois, como a Justiça não entrará em férias para meu descanso e tranquilidade, estarei de note a postos para verificar o andamento das minhas coisinhas.
Assim, aguardem noticias, pois, não consigo ficar longe do blog, mesmo quando estou irritada e chata.
Tem blogagem coletiva no dia 9 e preciso preparar meu texto.
Fuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Bjkª. Elza

Thelma Louise

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