sábado, outubro 21, 2017

PostHeaderIcon Fim desse blog

Esse blog estava abandonado e agora perdeu o sentido. Baltazar, o meu beagle querido teve um tumor maligno na pata esquerda dianteira. Apareceu de repente, cresceu muito e rachou. Não o deixei sofrer e ele descansou ouvindo minha voz e sentindo minha mão acaricia-lo.
Estava em mais de 13 anos e era meu filhote querido.
Ficamos somente Thelma Louise e eu em casa. Muito triste.
Adotei o Nick que descobri ser beagle inglês, ou foxhound. Biruta de tudo. Um delinquente selvagem e quase indomável. Thelma não o aceita de forma alguma e ele, adora provocar minha velhota.
Estou em busca de alguém que tenha umn sitio e que possa levar o Nick embora.
O blog perdeu a razão de existir.
Despeço-me com tristeza.
Bjkª da Elza

segunda-feira, junho 27, 2016

PostHeaderIcon Insatisfação

Momento de vida complicado. 
Reencontrando o eu.
Descobrindo o que eu gosto, quero, preciso, almejo...
Depois de tantos anos cumprindo deveres e partilhando a vida, ficar só é um espanto!
Cuidar de tudo sozinha e decidir o que é melhor em cada situação é até doloroso.
Tem hora que a liberdade é leve e agradável, mas tem momentos em que ela é um estorvo.
O tempo ficou enorme e só meu.
Em certas ocasiões me sinto egoísta porque não tenho mais a quem me dedicar, afora os bichos.
Não quero fazer trabalho voluntário e me dedicar a estranhos. Já o fiz e o resultado foi dramático.
Mudar de estilo de vida, de profissão, de endereço, de atitudes são desejos apenas aqui expressos.
Construir meios de mudar, é o complicado. Por onde começar?

quinta-feira, junho 16, 2016

PostHeaderIcon Egoismo

Uma senhora queria que todos fossem até a casa dela. Queria ser o centro da família após o falecimento da matriarca. Achou que seria a herdeira daquela e que reuniria todos os parentes nas festas de final de ano, dia das mães e por aí afora pelo simples fato de ter sido criada pela matricarca.
Ela só esqueceu de demonstrar essa intenção dos irmãos de criação e sobrinhos. Jamais convidou para que fossem festejar com ela e aos poucos, cada clã se fechou e formou seus próprios grupos e interesses. 
Ela não foi incluída em nenhum desses grupos.
Cada vez que tinha a oportunidade de encontrar os parentes reclamava que ninguém dava as caras na casa dela.
Ontem ela reclamou para mim, na frente de um filho e de uma prima e eu, devolvi:

- Bonitinha, vc me telefonou quando meu marido faleceu?
- Nâo.
- Vc me visitou quando meu marido faleceu?
- Não, mas eu fui ao enterro do seu pai...
- .. e isso faz apenas 20 anos!!!!
- Vc me ligou quando meu irmão faleceu?
- Não!
- Então, bonitinha, não reclame. E antes que eu me esqueça, vá plantar batatas.
terça-feira, junho 07, 2016

PostHeaderIcon Saudade

Faz tempo que não apareço por aqui. Tenho sentido vontade de escrever outra vez. Andei olhando minhas postagens no blog do Beagle do UOL e não sei explicar como aquelas historinhas sumiram de meu cotidiano.

Farei o possível para visitar esse espaço mais vezes e voltar a escrever.
segunda-feira, março 14, 2016

PostHeaderIcon Tenho medo

Pessoas, o que me espanta é que pessoas de bem, inteligentes e informadas continuam apoiando o PT, lula e dilma. Basta ouvir o discurso do lula de anos passados e o de agora para ver o que está errado. Ele declarou, em alto o bom som, que o discurso para reeleição da dilma foi mentiroso e que o PT agiu de forma diversa da que apregoava...
Quem acompanha o noticiário deve se lembrar que há mais de dois anos essa recessão foi anunciada.
O PT é uma praga que se infiltrou em todos os setores da sociedade, desde marqueteiros até ministros, de ajudantes de faxina a diretores de empresas.
O projeto não é só do PT e o lula não tem competência para elaborar plano tão sofisticado.
lula é o porta-voz da baderna, da insubordinação.
A policia federal está mal equipada e com falta de pessoal para controlar as fronteiras terrestres e marítimas. A legislação vem concedendo terras para estrangeiros que se tornam proprietários de grandes extensões, com minas de outro, estanho, pedras preciosas, ferro e metais raros que saem daqui para o exterior sem qualquer controle.
Lava-jato é com? É, claro que é, mas um simples biombo para nos enganar? Talvez.
Trata-se de projeto internacional para fracionar nossa Pátria.
Vislumbro lura armada.
domingo, fevereiro 21, 2016
Lanchonete da Cidade



Escolha infeliz para meu almoço de hoje embora excelente casa de sanduiches.

Lotada, como sempre, acolheu 5 homens por volta dos 25 anos e suas esposas ou namoradas. Comeram e ficaram lá fazendo hora e o tom de voz foi subindo, subindo, subindo ao ponto de ninguém mais falar. Todos os demais comensais ficaram calados e foram se retirando do local. Ninguém comeu sobremesa ou tomou café.

Pensa que é só isso?

Três garotos de 6 a 9 anos se puseram a correr por entre as mesas.

Acha que acabou?

Havia música de fundo. Nem consegui identificar se era MPB, RAP ou Rock.

O pior vem agora...

Minha comida estava lamentável. Pedi hamburger com queijo no prato com salada de rúcula e tomate. Péssimo o hamburger porque estava seco e quebradiço. Era colocar o garfo e ele espatifava. 

Como se coloca no garfo rúcula com seu cabinho duro e hamburger  aos pedaços?

Nada a reclamar do tomate e do suco de laranja.

Comi o mais depressa que consegui, paguei e saí de lá aliviada. Meus ouvidos agradeceram, mas minha boca está com o gosto horroroso da comida apesar de eu já ter lavado a boca e escovado os dentes.

Parece coisa de periferia, não parece? Pois eu estava no coração de Moema, na esquina da Av. Macuco com a Rua Gaivota e essa porcaria de refeição me custou R$ 46,00.

É para não voltar e não indicar para ninguém.

Fui. Elza
quinta-feira, maio 21, 2015

PostHeaderIcon A Qualicorp, a Intervalor e eu

Para quem não sabe, Qualicorp é uma empresa que administra planos de saúde e dentre eles, a Unimed Paulistana.
Essa Unimed mantém contrato com a Caasp, ou seja, Caixa dos Advogados, setor da Ordem dos Advogados.
Eu assinei contrato de adesão com a Unimed Paulistana alguns anos atras e utilizei o serviço. Ficou tão ruim e caro que resolvi encerrar essa parceria e telefonei para lá para saber como eu poderia deixar a empresa.
Um atendente me disse que bastava eu não pagar 2 meses seguidos que seria desligada e que esses 2 meses não me seriam cobrados.
Assim, desliguei-me da Unimed Paulistana em janeiro de 2013.
No início deste ano comecei a receber telefonemas de uma tal de Intervalor. Gravação dizia:

Olá, sou Ana da Intervalor e se você for Elza Maria diga sou eu.

Dizia, em seguida, que tinha uma proposta de acordo imperdível para mim: eu pagaria as 2 prestações em aberto com desconto de 20% para a Qualicorp.

Conversei, falei, discuti, perdi a paciência e nada desta empresa parar de me atormentar com 10 a 12 telefonemas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados!

A resposta que eu obtinha é que não foi correta minha forma de me desligar da empresa e que eu era devedora.

Fui à Caasp e resolvi por lá a pendência, pois, orientada pelas atendentes, escrevi carta à Qualicorp solicitando a gravação de minha conversa com o atendente quando me desliguei, e cópia do e.mail que enviei para a empresa confirmando meu desligamento. 

Um telefonema da auditoria da QUALICORP me garantiu que eu não era devedora e me foram pedidas milhares de desculpas. EU NADA DEVIA À QUALICORP por que fora mal orientada e meu nome fora retirado do rol de devedores e que a Intervalor nunca mais iria me procurar por causa desta dívida.

No dia seguinte passei a receber de 4 a 5 ligações por dia, dessa Intervalor, oferecendo acordo de 35% de desconto para eu pagar meu débito.

A Ouvidoria me dissera que demoraria uns 5 dias para a Invervalor parar de me atormentar. Passaram-se muito mais de 5 dias e a coisa continuou.

Enviei novo e.mail para a ouvidoria e acionei a Caasp mais uma vez.
Ontem, por volta das 10h recebi outra ligação da ouvidoria da Qualicorp com um milhão de pedidos de desculpas e a promessa que não seria mais assediada pela Intervalor.

Assim que desliguei o telefone, quem me liga? A INTERVALOR!!!!!!!!

Enviei e.mail para a Ouvidoria, mais uma vez. Disse que a empresa não era séria e que era desorganizada e daí para baixo.

Em seguida, recebi um telefonema da INTERVALOR. Queria falar com ROSALIA ... no meu nº de telefone...

Dá para acreditar? Atendi e gritei que eu não era Rosalia, que eu não conhecia Rosalia e que eu nada devia à Intervalor ou à Qualicorp.

Pior de tudo: posso ir ao Judiciário, mas não receberei nada de indenização, apesar de meu nome ter ficado no Serasa por alguns dias, já que, não tenho como provar dano.
Não receberei a quantia cobrada em dobro, também.
Vou perder meu caro tempo se bater na porta de alguma Vara de Pequenas Causas e eu que fique com o assédio, com o aborrecimento, com os telefonemas fora de hora e por aí afora.

Isto é Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Fui.

PostHeaderIcon Recuperação

Fisioterapia, gelo e exercícios para alongar meu braço e deixa-lo como era antes.
Sinto dor, mas vamos em frente. Já melhorei um pouco.
Fui.
terça-feira, maio 19, 2015

PostHeaderIcon Lembranças

Tive excelente professor de português que me apresentou à poesia de Cecilia Meireles.
Desde muito jovem me identifico com algumas delas e esta, em especial me cativou desde a primeira leitura.



Retrato
Eu não tinha esse rosto de hoje, assim
calmo, assim triste,
assim magro,

Nem estes olhos tão vazios
nem o lábio amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.

Eu não dei por essa mudança
tão simples, tão certa, tão fácil;

em que espelho
ficou perdida minha face?

Cecilia Meireles
sábado, maio 16, 2015

PostHeaderIcon Amadurecimento?

Faz dias que algo diferente acontece comigo e não sei divisar do que se trata. Quero ficar só e em silêncio. Nada de diferente no pensamento. Às vezes, um fio de lágrima. Vontade de comer feijoada, satisfeita. Apreciar o sol no parque enquanto acompanho os cachorros correndo, me relaxou. Nem brigar pela vaga da garagem... Nem escolher uma comida diferente, roupa especial, falar com uma amiga para lhe desejar feliz aniversário.
Nada!
Quero ficar no meu canto, quieta. Baltazar de um lado e Thelma Louise do outro e fim de papo.
Por que esse recolhimento?
Quando eu descobrir, contarei.
Fui.
segunda-feira, maio 04, 2015

PostHeaderIcon Itatiba

Vi uma das imagens mais bonitas desses últimos tempos aqui nessa simpática cidade. Estava no parque do povo, junto do grupo NASCE e o sol se pos. A lua cheia começou a despontar por entre     nuvens. Perdi a vontade de conversar e prestar atenção nos demais. O espetáculo me pegou e me encantou.

À tarde, sentada de  frente para o lago eu me extasiei com a vista. Água, colina,  gramado, flores, bosque a minha disposição. 

Sentada estava e sentada permaneci. Meditei. Esvaziei minha cabeça de pensamentos e me senti livre.

Muito boa a sensação.
sábado, maio 02, 2015

PostHeaderIcon Carta aberta à Presidente do Brasil

Srª Presidente da República
De inicio, não a chamo de presidenta porque esse título não existe.
Esse é seu primeiro erro ao assumir o mais alto posto administrativo da Nação, mas, não importa.
Escrevo a respeito de dois brasileiros executados na Indonésia por terem sido flagrados transportando COCAINA para aquele país, mesmo sabedores que eram da pena de morte caso fossem descobertos.
Foram flagrados, presos, julgados e condenados à morte e executados, tudo de acordo com a lei local.
Eram jovens inocentes, cara Senhora? Jovens ignorantes e que resolveram testar suas habilidades de transpor vigilância rígida da policia daquele País? 
A resposta é não! O primeiro executado era chefe do segundo executado. Ambos eram traficantes de drogas. Ambos viviam de atividade ilícita. Ambos levavam desassossego e angustia por onde espalhavam o horror da droga que contamina, vicia e é capaz de anular e até matar uma pessoa.
Nosso país tornou-se rota de droga. É mais do que sabido que droga produzida nos países da America do Sul passa pelo Brasil para ser distribuída pelo mundo e que brasileiros pertencem ao trafico internacional.
Ora, os dois executados na Indonésia eram partícipes desse descalabro, dessa doença contagiosa, desse malefício à humanidade chamado trafico internacional de drogas e, mesmo assim, sabedor o governo brasileiro disso e de muito mais que sequer estou citando, tem a coragem de pedir clemência para o governo de um país que está, apenas, exercendo sua soberania e punindo quem ultrapassa a barreira legislativa.
Clemência para esses dois que distribuem veneno aos jovens; que distribuem entorpecente a pais e mães de família e levam a risco menores inocentes; levam a  anulação até a morte de muitas pessoas que se viciam e acabam dependentes.
Que espécie de brasileiros foram os executados? Dignificaram nosso pais de alguma forma? Mostraram nossa cultura para a Indonésia? Por acaso divulgaram nosso potencial turístico?
Esses dois indivíduos apenas envergonharam a nós que somos idealistas, limpos, trabalhadores e responsáveis pelos atos que praticamos.
Os dois executados deixaram na Indonésia a marca de ser o Brasil país de maus filhos e que transportam drogas pelo mundo. Já não basta sermos conhecidos pelo futebol, mulheres nuas no carnaval de rua e turismo sexual, sem falarmos em eleições viciadas, corrupção e outros temas mais aziagos?
Do meu ponto de vista, Srª Presidente, houve pedido de clemência para quem não merecia. Deu-se erro diplomático quando  senhora recusou as credenciais do embaixador indonésio.
A inversão de valores ficou gritante demais. Enquanto um dos brasileiros se fez de esquizofrênico, seu filho autista ficou aqui, só com a Mãe. Será que esse jovem de 20 anos foi alimentado, vestido e educado com dinheiro proveniente da saúde física e mental de outros jovens usuários das drogas vendidas pelo pai ou pela gang ?

Minha revolta é tão grande que paro por aqui. O que mais eu possa dizer esbarra na ética. 
segunda-feira, fevereiro 16, 2015

PostHeaderIcon Gostaria de retornar





Sinto falta desse espaço, mas ao mesmo tempo, depois de ficar tanto tempo longe daqui, uma cortina de timidez se formou e tenho dificuldade de escrever o que me passa pela cabeça, como tantas vezes já escrevi. Talvez os acontecimentos da vida tenham deixado marcas em mim.

Ocorreu-me recordar uma situação terrível:

certa vez, eu estava numa saia justa que me fora colocada por pessoas interessadas em me ver pelas costas, numa entidade beneficente que tentei dirigir.
Marcada reunião em que eu deveria explicar alguns fatos, antes dela começar, ouvi uma pérola de nossa presidente:

- Não posso lhe dar apoio porque sou sua prima...

Pensei comigo: tá bom, dê apoio ao desconhecido e depois venha me contar!

Após as explicações e convencimento de todos da ausência de irregularidades, e correção das atitudes tomadas, já que sempre agi com apoio de uma das conselheiras, no mínimo, resolvi me afastar e me demiti. Esse fato tem uns 8 anos.

Claro que essa prima foi cortada de minhas relações, pois, preferiu apoiar quem ela não conhecia e ficou com cara de pastel depois de verificar que estava do lado errado da mesa. Só vi essa prima no funeral de meu irmão em julho de 2012, e a cumprimentei, porque, afinal, sou muito educada.

Noutro dia eu estava num laboratório para ter sangue colhido e encontrei essa prima. Toda sorridente veio me cumprimentar. Memória curta a de quem ofende e muito afiada, de quem se sentiu ofendida, né?

Ela veio e me contou muitas coisas e acabou por me dar um prazer, talvez, sem saber.

Na época daquela tal reunião acima referida, ela trabalhava com um primo nosso. Era empregada dele como já fora empregada do pai desse primo, marido de uma prima-irmã.

Relatou com veemência: ESTOU MUITO DECEPCIONADA COM O ZÉ. IMAGINE QUE ELE ME MANDOU EMBORA em maio passado! ELE ME DESPEDIU PORQUE O PAULO(??????) QUERIA MEU LUGAR E TANTO FEZ QUE O ZÉ PREFERIU FICAR COM ELE. Depois de tantos anos e de ter suado a camisa foi o recebi.

O que falar num situação dessas? Não fiquei feliz por ela ter sido despedida, mas sim, porque ela recebeu do mesmo veneno! Um familiar não apoiou outro. Desprezou o sangue pelo desconhecido!

Não ri. Não comentei. Não tripudiei. Sorri com ironia, mas não sei se ela entendeu.

Pensei comigo: Saí com as mãos limpas e livres, o que foi muito melhor.

Nada como o ensinamento : tens um inimigo? Senta-te a beira de um regato e espera. Um dia, o corpo dele passará boiando!!!

Quem sabe retorno amanhã?

Elza
segunda-feira, novembro 10, 2014

PostHeaderIcon Walfrido 5/11/14

Ele se despediu de nós com dignidade?
Não sei responder.
Ele sofreu as agruras da deterioração gradual e incurável, mas não foi entubado ou ressuscitado.
Meu amor se foi dessa vida de carne e osso e passou para a vida espiritual.
Fiz tudo o que pude por ele. Acarinhei, amei, cuidei como sabia e como fui aprendendo com o tempo.
Estou muito bem acompanhada. Tenho nossas lembranças e minhas lembranças; nossos amigos; seus amigos maravilhosos e meus amigos. Todos me amparam e me apoiam.
Mais do que isso, eu tenho meus familiares me protegendo, me estimulando e me amando.
Sinto falta da presença dele e dos espaços que ficaram vagos aqui em casa, mas faz parte da vida. Estou em busca de mim e de meus espaços e de minhas vontades, sem o meu companheiro por perto.

Walfrido, meu querido, fique em paz. Nada de revolta ou de desespero. Nós não merecemos isso.
Soube pela Regina que você fez elogio público para mim e estou contente por ter feito o melhor de mim para você.
Sinta-se abraçado e acarinhado, mais uma vez. Receba meu beijo cheinho de amor.
sábado, outubro 18, 2014

PostHeaderIcon Ser solidário

Das pessoas menos obvias tenho recebido apoio e solidariedade, o que muito me comove.
O banhista do Baltazar me trouxe um rapaz para ser cuidador do marido doente. Ainda nada decidimos, mas já conversei com alguém. Uma companheira de internet, que não conheço pessoalmente me enviou um site genial.
A família dele?
Ah ... vai bem, espero. Não tenho noticias faz dias. Alguns estiveram aqui para visitar meu marido e nem telefonaram para saber do estado dele.

Cá entre nós, penso que eles acalmaram as consciências e agora, tudo voltou ao normal: cada um no seu canto.

Tristeza sem fim!

Elza
quinta-feira, outubro 02, 2014

PostHeaderIcon Pelo vixto, acabou o tormento

Encontramos um médico que quer saber a origem da ascite.
Faz 2 anos que ele sofre com a barriga cheia de água e agora, um despertou e pediu exames.
Estou mais calma.
Fui.
quarta-feira, outubro 01, 2014

PostHeaderIcon Em casa

Voltou para casa.
Cachorro não está mais tão triste.
Gata nem deu bola.
Estou menos stressada. Mais fácil cuidar e controlar aqui do meu lado.
Ele está triste,
Vamos em frente.
TUDO PASSA

Elza
domingo, setembro 28, 2014

PostHeaderIcon Conversa

- Bem, não estou entendendo porque a Regina me liga de 2 a 3 vezes por dia, aqui no hospital para saber como estou e saber se você está aqui. Ela já está me tirando do sério.

Meu marido me disse isso várias vezes nesses dias de hospitalização que já vai para uma semana.

- Quer saber o que houve? Noutro dia, ela ligou em casa e começou a fazer mil perguntas para a Maria. Maria não soube responde-las.

- Você falou com ela?

- Falei. Disse o mínimo, mas expliquei que você estava com a saúde delicada e ficaria vários dias no hospital. Fui fria, mas educada. Não tenho nada contra ela, mas não me conformo com o tratamento que vc recebe da família.

- E ela? perguntou meu marido.

- Comentou que encontrou sua sobrinha no mercado e contou para ela que vc estava no hospital. Perguntou se alguém da casa de sua irmã ligara aqui.

- Meu bem, me desculpe, mas ... na hora saiu e não deu tempo de morder a língua... Explodi na cara dela: se nem o filho e nem a nora ligam para obter notícias, vc acha que da irmã dele alguém se interessaria?

- Não julgue, disse-me ela.

- Não estou julgando ninguém. Não tenho essa pretensão.

- Entendi, respondeu meu marido. Essa Regina é terrível! Ela blinda a filha dela e assim, minha nora continua a egoísta de sempre. Arruma desculpas para meu filho não me ligar e nem me procurar... Ela quer o neto só para ela. Nas poucas vezes que consegui sair sozinho com ele, as recomendações que recebi pareciam uma bíblia...

- Pois então, ela liga e passa a noticia para os demais. O neto ligou   duas vezes e seu filho também tem procurado por vc, não é?

- Verdade eles tem me telefonado, mas, ela está com culpa no cartório! disse meu marido.

- Também acho, respondi. No dia em que conversei com ela, o seu neto ligou e seu filho, também, e de São Luiz do Maranhão... coincidência?

- É, mas minha nora não me ligou nenhuma vez...

- Pudera! Ela não foi visitar a sogra dela quando ficou doente. Disse que não tinha obrigação de cuidar da mãe do marido dela. Por que se interessaria pelo Pai do marido dela? Ela nem fala com o próprio pai e não sabe o que é família!

E assim, continuo sozinha nessa busca por saúde. Eu fico dividida entre o hospital, cuido dos nossos bichos e tento trabalhar na minha profissão.

Minha amiga Arlete andou de ambulância com ele, de novo. Eu? Atrás, com o carro, para não precisar dar a volta em São Paulo de taxi, em plena madrugada... Cadê o filho, a nora, ou a sogra chamada Regina para me ajudar?

Ele está muito melhor. Ganhou qualidade de vida e deverá estar em casa na 3ª ou na 4ª feira.

Fui.



sábado, setembro 27, 2014

PostHeaderIcon Tristeza

Estou muito triste com aquela história de ontem. Quantas vezes eu paguei mico sem saber? Quantas vezes eu aborreci aquelas pessoas sem saber, pelo simples fato de estar na companhia deles? Quantas vezes fui à casa deles e meu marido sabendo daquela história de pulseira? Estou prá lá de muito chateada. Vontade de dizer o que passa na minha cabeça eu tenho, mas não o farei. Para quem não entende, não adianta explicar.

Elza
sexta-feira, setembro 26, 2014

PostHeaderIcon Desabafo

Ainda sou a ruim nessa história... Nada como ser egoísta e só olhar para seu próprio umbigo, bolas!

Faz muitos anos recebi de presente da nora de meu marido uma pulseira vagabunda ao extremo, arrebentada, numa caixa de papelão de quinta categoria, no Natal, na casa dela. Detalhe, os presentes trocados naquela noite eram objetos caros, de boas marcas e interessantes.

Claro que esse magnífico presente demonstrou todo o carinho, consideração e apreço que ela tem por mim. Mostrou o respeito e a amizade, também.

Senti-me a última das criaturas. Rejeição e pouco caso doem! Ele, na maior ingenuidade veio ver meu presente e eu não queria mostrar para não aborrece-lo, mas, diante da insistência, noutro cômodo da casa, mostrei e ele ficou aborrecido, por entender que eu não merecia aquele descaso.

No momento que entramos no carro para virmos para casa eu joguei a ofensa no meio fio.

Somente hoje eu soube que o porteiro me viu jogando a coisa fora, a recolheu e entregou para a "norinha".

Ela ficou magoada!

Sempre me tratou com frieza e pouco caso. Bastava eu expressar uma opinião e ela vinha com pedras na mão contra mim. Evitei muitas vezes de ir até a casa do filho do meu marido por causa dela.

Tão egoísta é a mocinha que a verdadeira sogra ficou doente e ela não se dignou a visitar a mulher no hospital! Nunca ligou aqui para saber do estado de saúde de meu marido e sogro dela...

Hoje eu ouvi insinuação de meu marido que eu teria destratado a "norinha" ao jogar fora o "presente"... Estou triste e magoada. Ela pode me ofender e me destratar dentro da casa dela e eu ainda tenho que sorrir e achar bonito?

Engraçado como funciona a cabeça de gente pequena... minha Mãe faleceu e não ouvi nenhuma palavra de conforto e ninguém foi à missa; meu irmão morreu e o silêncio foi o mesmo; meu marido ficou hospitalizado por mais de um mês e houve apenas uma visita formal, na véspera de ele ser liberado para casa...

E eu é que sou a ruim!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Veremos.

Elza

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Minha gatinha querida

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Elza Maria sempre em busca de respostas. Paradoxal, curiosa, inteligente, crítica, observadora, sentimental, habilidosa, amorosa, sensível, disciplinada e um montão de outras coisas. Ser humano normal, comum, mediano, mas que gosta de escrever e está no quarto blog.

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