quarta-feira, abril 28, 2010

PostHeaderIcon Carta do Zé Agricultor para Luis da Cidade

Recebi por e.mail e não resisti:


Luis, quanto tempo! Eu sou o Zé, teu colega de ginásio noturno, que chegava atrasado, porque o transporte escolar do sítio sempre atrasava, lembra né? O Zé do sapato sujo? Tinha professor e colega que nunca entenderam que eu tinha de andar a pé mais de meia légua para pegar o caminhão por isso o sapato sujava. Se não lembrou ainda eu te ajudo. Lembra do Zé Cochilo... hehehe, era eu. Quando eu descia do caminhão de volta pra casa, já era onze e meia da noite, e com a caminhada até em casa, quando eu ia dormi já era mais de meia-noite De madrugada pai precisava de ajuda pra tirar leite das vacas. Por isso eu só vivia com sono. Do Zé Cochilo você lembra né Luis? Pois é. Estou pensando em mudar para viver ai na cidade que nem vocês Não que seja ruim o sítio, aqui é bom. Muito mato, passarinho, ar puro... Só que acho que estou estragando muito a tua vida e a de teus amigos ai da cidade. To vendo todo mundo falar que nós da agricultura familiar estamos destruindo o meio ambiente. Veja só. O sítio de pai, que agora é meu (não te contei, ele morreu e tive que parar de estudar) fica só a uma hora de distância da cidade. Todos os matutos daqui já têm luz em casa, mas eu continuo sem ter porque não se pode fincar os postes por dentro uma tal de APPA que criaram aqui na vizinhança. Minha água é de um poço que meu avô cavou há muitos anos, uma maravilha, mas um homem do governo veio aqui e falou que tenho que fazer uma outorga da água e pagar uma taxa de uso, porque a água vai se acabar. Se ele falou deve ser verdade, né Luis? Pra ajudar com as vacas de leite (o pai se foi, né ...) contratei Juca, filho de um vizinho muito pobre aqui do lado. Carteira assinada, salário mínimo, tudo direitinho como o contador mandou. Ele morava aqui com nós num quarto dos fundos de casa. Comia com a gente, que nem da família. Mas vieram umas pessoas aqui, do sindicato e da Delegacia do Trabalho, elas falaram que se o Juca fosse tirar leite das vacas às 5 horas tinha que receber hora extra noturna, e que não podia trabalhar nem sábado nem domingo, mas as vacas daqui não sabem os dias da semana ai não param de fazer leite. Ô, bichos aí da cidade sabem se guiar pelo calendário? Essas pessoas ainda foram ver o quarto de Juca, e disseram que o beliche tava 2 cm menor do que devia. Nossa! Eu não sei como encumpridar uma cama, só comprando outra né Luis? O candeeiro eles disseram que não podia acender no quarto, que tem que ser luz elétrica, que eu tenho que ter um gerador pra ter luz boa no quarto do Juca. Disseram ainda que a comida que a gente fazia e comia juntos tinha que fazer parte do salário dele. Bom Luis, tive que pedir ao Juca pra voltar pra casa, desempregado, mas muito bem protegido pelos sindicatos, pelo fiscais e pelas leis. Mas eu acho que não deu muito certo. Semana passada me disseram que ele foi preso na cidade porque botou um chocolate no bolso no supermercado. Levaram ele pra delegacia, bateram nele e não apareceu nem sindicato nem fiscal do trabalho para acudi-lo. Depois que o Juca saiu eu e Marina (lembra dela, né? casei) tiramos o leite às 5 e meia, ai eu levo o leite de carroça até a beira da estrada onde o carro da cooperativa pega todo dia,isso se não chover. Se chover, perco o leite e dou aos porcos, ou melhor, eu dava, hoje eu jogo fora. Os porcos eu não tenho mais, pois veio outro homem e disse que a distância do chiqueiro para o riacho não podia ser só 20 metros. Disse que eu tinha que derrubar tudo e só fazer chiqueiro depois dos 30 metros de distância do rio, e ainda tinha que fazer umas coisas pra proteger o rio, um tal de digestor. Achei que ele tava certo e disse que ia fazer, mas só que eu sozinho ia demorar uns trinta dia pran fazer, mesmo assim ele ainda me multou, e pra poder pagar eu tive que vender os porcos as madeiras e as telhas do chiqueiro, fiquei só com as vacas. O promotor disse que desta vez, por esse crime, ele não ai mandar me prender, mas me obrigou a dar 6 cestas básicas pro orfanato da cidade. Ô Luis, ai quando vocês sujam o rio também pagam multa grande né? Agora pela água do meu poço eu até posso pagar, mas tô preocupado com a água do rio. Aqui agora o rio todo deve ser como o rio da capital, todo protegido, com mata ciliar dos dois lados. As vacas agora não podem chegar no rio pra não sujar, nem fazer erosão. Tudo vai ficar limpinho como os rios ai da cidade. A pocilga já acabou as vacas não podem chegar perto. Só que alguma coisa tá errada, quando vou na capital nem vejo mata ciliar, nem rio limpo. Só vejo água fedida e lixo boiando pra todo lado. Mas não é o povo da cidade que suja o rio, né Luis? Quem será? Aqui no mato agora quem sujar tem multa grande, e dá até prisão. Cortar árvore então, Nossa Senhora!. Tinha uma árvore grande ao lado de casa que murchou e tava morrendo, então resolvi derrubá-la para aproveitar a madeira antes dela cair por cima da casa. Fui no escritório daqui pedir autorização, como não tinha ninguém, fui no Ibama da capital, preenchi uns papéis e voltei para esperar o fiscal vim fazer um laudo, para ver se depois podia autorizar. Passaram 8 meses e ninguém apareceu pra fazer o tal laudo ai eu vi que o pau ia cair em cima da casa e derrubei. Pronto! No outro dia chegou o fiscal e me multou. Já recebi uma intimação do Promotor porque virei criminoso reincidente. Primeiro foi os porcos, e agora foi o pau. Acho que desta vez vou ficar preso. Tô preocupado Luis, pois no rádio deu que a nova lei vai dá multa de 500 a 20 mil reais por hectare e por dia. Calculei que se eu for multado eu perco o sítio numa semana. Então é melhor vender, e ir morar onde todo mundo cuida da ecologia.. Vou para a cidade, ai tem luz, carro, comida, rio limpo. Olha, não quero fazer nada errado, só falei dessas coisas porque tenho certeza que a lei é pra todos. Eu vou morar ai com vocês, Luis. Mais fique tranqüilo, vou usar o dinheiro da venda do sítio primeiro pra comprar essa tal de geladeira. Aqui no sitio eu tenho que pegar tudo na roça. Primeiro a gente planta, cultiva, limpa e só depois colhe pra levar pra casa. Ai é bom que vocês e só abrir a geladeira que tem tudo. Nem dá trabalho, nem planta, nem cuida de galinha, nem porco, nem vaca é só abri a geladeira que a comida tá lá, prontinha, fresquinha, sem precisá de nós, os criminosos aqui da roça. Até mais Luis. Ah, desculpe Luis, não pude mandar a carta em papel reciclado pois não existe por aqui, mas aguarde até eu vender o sítio.
domingo, abril 25, 2010

PostHeaderIcon Bandoca da Lidoka


Recebi essa linda BANDOCA de presente da Lidoka. Nós estudamos juntas e ela foi àquela famosa reunião objeto de inúmeros posts.

Para quem não conhece, explico: bandeja com almofada. Excelente para amparar o note ou então, prato para aquela refeição rápida. Passeie pelo site e conheça o produto sensacional que a Lidoka desenvolveu.


Veja que mimo a minha bandoca. É bonita e prática. Levíssima, fácil de limpar e de transportar. Adorei e tenho usado.

Lidoka, valeu pelo presente.

Bjs. Elza
sábado, abril 24, 2010

PostHeaderIcon Responsabilidade











Cada gesto, cada ato, cada palavra atinge o outro como o outro pode receber.


Sou transmissora e digo xptº.


O receptor recebe meu xptº da maneira que ele pode aceitar, compreender, interpretar...


Com isso estou afirmando que nossos atos tem reflexos nas demais pessoas, às vezes nem tão envolvidas ou tão próximas. Ninguém passa impune pela vida. Todos nós temos o preço para pagar, seja da alegria, do bom emprego, da leitura de um livro, do estar aqui e agora. Tudo tem preço, e se fosse mensaurado em moedas seria tão fácil!


Quem pensa que estou triste ou depressiva enganou-se. Estou apenas desfrutando de uma ação que teve bons resultados. Digamos que estou emotiva, sensivel ao extremo e um tanto pasma com o resultado do meu ato, já que, não imaginei que tomasse a magnitude que alcançou e refletisse nas pessoas tantas releituras.


Ainda estou em estado de graça.


Bjkª. Elza





terça-feira, abril 20, 2010

PostHeaderIcon Depois da festa

O rescaldo da festa ainda está muito forte em mim.
Talvez porque eu tenha entrado em contato com a maioria das colegas e feito a chamada, passado e.mails para manter a motivação, contratado a fotógrafa ... não sei, mas eu me envolvi tanto que ainda estou sentindo a vibração de cada uma.

A fotógrafa deixou o CD para que eu o copiasse e remetesse para todas as fotos sacadas. Fiz algo muito errado e, na maior inocência, enviei CD virgem para cada uma. Que vergonha!

Ontem à noite o filho de uma das colegas me ensinou a usar um programa que permite zipar o arquivo e enviar via e.mail. Deu certo e agora, todas, menos a Selma, porque não está conectada, tem as 170 fotos do evento.

Uma das colegas quer nos reunir em final de maio e me escalou para contatar o grupo. Coisa fácil, pois, já localizei a maioria. Quem eu não achei é porque não tenho meios para e não procurarei, também.

Vamos em frente, né?

Bj. Elza
terça-feira, abril 13, 2010

PostHeaderIcon Re-união


Sempre da esquerda para a direita:
no chão: Ana Maria, Maria Lidia e Edda
sentadas: Suzana, Bela, Eliana, Regina Helena, Elza, Livia, Anne, Regina Celia, Maria Regina, Selma Clara, Claudia e Claudette. Marisa saiu mais cedo e não está na foto.
Faz mais de um mês que saí à luta para reunir essa turma.
Horas e horas de internet! Buscas no Facebook e no Orkut... Achei duas por meio da site da Telefonica.
Encontrei uma que se lembrou de outra e saí atras. Recebi telefones de outras e liguei.
Troca de e.mails sem conta. Cada uma querendo saber da outra. E. mails paralelos e conversas entre as colegas. Telefonemas. Animação e alegria com a expectativa.
Foram muitas peripécias e o mais engraçado é que, algumas nem se lembravam de mim.
Uma ofereceu a casa. Houve relutâncias, mas todas concordaram que seria bom e acabaram comparecendo ao encontro.
Fui reconhecida apesar do peso extra que carrego hoje em dia.
Recebi apoio constante de duas especialissimas colegas. A terceira se juntou ao grupo e prestou colaboração inestimável. Sem ela, não teríamos prosecco para as comemorações.
Ainda falta eu mostrar para vocês o presente que recebi, mas fica para outro post, com direito a foto e tudo mais. Os e.mails para mim dirigidos após a re-união, lindos demais, são só meus e não mostro o conteúdo e nem divulgo as particularidades.
Quer saber qual sou eu nesse grupo? A que está com a gola branca para fora da malha escura, sentada no sofá. Não achou? A 5ª da esquerda para a direita. Cabelos curtos e óculos.
Valeu, povo.
Bj. Elza
domingo, abril 11, 2010

PostHeaderIcon Encontro

Pensei que eu fosse morrer de emoção. Pensei em comprecer muito arrumada e com o rosto limpo por que derramaria lágrimas e me borraria inteira.
Estudei a vestimenta e optei por um terninnho lindo e bem talhado. Na hora de vesti-lo, senti frio, mas não percebi que era na alma. Troquei a roupa estudada por calças de veludo, malha macia e maquiagem com perfume.
Olhei para o espelho e aprovei a figura.
Saí. No primeiro farol me lembrei que deixara o album de fotos para tras. Retornei e perdi tempo. Cheguei depois do horário que eu me impusera e já encontrei algumas colegas conversando, animadamente.
Muitos abraços e beijos. Todas se reconheceram e os crachás, que não fiz, teriam sido desnecessários.
Ninguém chorou, nenhuma maquiagem restou borrada. Contamos as nossas vidas em poucos minutos, enquanto Silvia fotografava. Palmas, risos, espantos, comentários sem críticas.
Saí da casa da Anne às 21 horas e outras permaneceram até às 23 e ainda, esticaram num lanche!
A menina que habita em mim precisava contar para suas colegas que tornou-se mulher e se realizou, viveu e é feliz. Aquela menina adolescente tímida e calada, que sempre se achava fora se seu lugar, imprópria e ineficiente, incompetente e burra, precisava mostrar que encontrou seu caminho, o trilhou, pagou o preço para chegar onde queria. Aquela menina queria dizer aos seus pares que chegou à idade adulta inteira e capaz. Ela precisava exibir-se um pouco.
O melhor é que percebi que todas nós precisavamos desse momento de puro exibicionismo, pois, cada uma teve seu momento de dor, de abandono, e irrealização e, ao mesmo tempo, seus momentos de êxtase puro para ser dividido.
Reunião proficua, proveitosa e muito, mas muito feliz.
Estou em estado de graça.
Bj. Elza
sexta-feira, abril 09, 2010

PostHeaderIcon Sentimentos aflorados



Queridas colegas,


Tive a felicidade de encontrar duas colegas de nossa escola, de outra classe, que há muito eu não via. Muita emoção e sentimentalismo. Contamos nossas trajetórias e nos demos a conhecer de novo.

Naquele dia, encontrei duas adolescentes, com os mesmos gestos, mesmos carinhos, mesmos olhares. Depois desse encontro, quando cruzo com pessoas de minha idade olho para elas com mais respeito e condescendência, já que descobri que continuamos jovens, sonhadores e esperançosos.

Eu já digo isso faz tempo e até estava no meu perfil do blog, mas tirei na última reforma: meu corpo físico envelheceu, mas, o meu eu, ou minha alma, ou meu espírito, manteve-se jovem, cheio de planos e de ilusões. Muita vez eu não me reconheço no espelho, mas quando cruzo com aquele que viveu a adolescência comigo ainda o vejo jovem.

As marcas da vida me deixam orgulhosa de mim. Mostram que tive coragem de viver, de amar, ser feliz, ser infeliz. Mostram que aprendi o despego quando me despedi de meus pais e outros entes queridos. Mostram que superei os males físicos e emocionais. Mostram que eu lutei minhas lutas e venci muitas delas.

Exibo sem pejo meus cabelos tintos porque estão brancos, as rugas do rosto e as pintas nas mãos, assim como os músculos que se fragilizaram. Todos eles são as marcas do quanto eu vivi. Minhas realizações pessoais também estão expressas nos modos de olhar e de me relacionar com todos.

A adolescente tímida tornou-se mulher. Marcas da infância todos nós temos, mas hoje, a sabedoria da vivência me faz tirar proveito daquilo que foi dificil e pesado.

Anseio por encontrar minhas antigas parceiras com quem frequentei alguns anos de escola, na mesma classe.

A vida nos preparou muitas surpresas e quero saber quais foram as delas. Sei que vou cruzar com algumas adultas com netos, mas todas jovens como eu, porque, repito, o espírito não envelhece.

Bj. Elza
quarta-feira, abril 07, 2010

PostHeaderIcon Compasso de espera

Enquanto a reunião das colegas de escola não acontece a vida continua a correr e eu, junto.
Com essa chuva fria e insistente que cai sobre São Paulo e região metropolitana precisei ir até uma cidade próxima para verificar um processo. Tomei carona com um colega e foi terrível, pois, precisei ficar esperando a audiência dele acontecer para voltarmos. Meu serviço fiz em 5 minutos e ele esperou pela audiência mais de 3 horas.
Enquanto esperava fiquei a observar as pessoas.
O que me chamou a atenção foi o mau gosto e a impropriedade das roupas femininas.
A que mais se destacou foi uma advogada que estava com os cabelos oleosos e despenteados. Usava meias grossas e pretas sob vestidinho, veronil, de malharia muito curto e bastante amassado, na cor palha. Sapatos, de plástico, palha e dourado. Blusão preto. Quando vi essa moça em mesa de audiência fiquei chocada com a postura dela. Deselegante e agressiva, irritou o ex-adverso com ironias e descaso no tratamento. A roupa dizia quem ela era, ou não?
Um colega me disse que aquela estava com a mesma roupa fazia 24 horas...
Uma outra estava com lindas botas marrom; legging preta; malha branca e colete xadrez em areia, marrom, preto e branco. Detalhe: ela tem 1,80m de altura, belissima de rosto, e fora de peso. Cheia dos pneus pela cintura e "anquinha" no quadril. A roupa era um número menor do que deveria ser e ela a todo momento puxava a blusa e tentava arrumar o colete que estava para arrebentar de tão justo. Exibia-se pelos corredores. Não é advogada, mas acompanhava uma senhora que não consegui descobrir o que fazia por lá.
Homens com as gravatas descombinadas dos ternos e golas reviradas é o normal, mas com perfume doce e enjoativo é demais para mim. O pior é que um conhecido veio me cmprimentar e deixou minha mão com o tal perfume. Haja água e sabão!!! O cheiro penetrou nas minhas narinas.
A Justiça está estabelecida num prédio grande e moderno, cheio de vidros, salas espaçosas e banheiros limpos, mas a sala da OAB num cubículo sem janelas, é claro! Por que a OAB aceita isso é que não sei. Banheiros privativos para advogados? Para quê???
Nas imediações não tem um café ou lanchonete ou restaurante que dê para se pensar em alimentação.
Qualquer hora eu monto um café por lá! Passo a servir e entregar lanches dentro do prédio da Justiça e ninguém me segura!
Voltei com meu amigo, sempre embaixo de chuva e estou em compasso de espera. Talvez eu tenha que viajar, amanhã, para Garça.
Bjssssssssss Elza
domingo, abril 04, 2010

PostHeaderIcon Pascoa

Caí, de novo.
Desta vez no estacionamento do Pão de Açucar.
Para nõ perder o costume meu joelho direito segurou meu peso e está doendo.
Quase desmaiei. A visão ficou estranha e a imagem distorcida.
O estômago enjoou e eu não sabia o que fazer.
Alguém me trouxe uma zeitona verde e meio copo de água.
Outro arrumou uma cadeira para mim.
Agarrei a mão mais próxima e não a deixei sair de perto. Era meu porto seguro. Tranquilo, o dono dela nao falava, mas me apoiava.
Pedi para chamar meu marido e vim para casa.
Quietinha e com a bolsa de gelo no joelho esperei o almoço.
Para preparar a refeição tomamos prosecco.
Dormi após e levantei agora.
Chove copiosamente.
Boa Pascoa.
Elza
quinta-feira, abril 01, 2010

PostHeaderIcon Roberto Carlos


Acabei de assistir ao espetáculo em que o Rei é homenageado pelos sertanejos.
Lindo! Maravilhoso!
Sergio Reis me emociona com aquele tamanhão, voz pequena e frágil.
Almir Sater me encanta com aquela viola maravilhosa.
Leonardo é o meu queridinho, mas Daniel me apareceu com um vozeirão extraordinário e me emocionou.
Zezé de Camargo é especial e Luciano nem precisava estar no palco.
Chitãozonho e Chororó, nunca sei qual é qual, mas adoro os dois.
Aquela mulher de vestido amarelo que cantou com Dominguinhos merece mais atenção. Linda voz e bela expressão.
Dominguinhos me surpreendeu por estar no meio dos sertanejos. Ele está mais para música regional. Não importa, ele é ELE.
Como sempre, a afinada Elba Ramalho deu show de cafonice.
Nalva Aguiar e Matinha ainda cantam?
Roberta Miranda é um enigma, mas canta bonito.
Muitas duplas que não conheço sendo que algumas são interessantes. Notei que as segundas vozes devem ser os contadores das duplas, pois, a primeira voz se basta, na maioria.
Milionário e Zé Rico são muito estranhos, mas ambos tem voz forte.
Rio Negro é fantastico. Para que o Solimões?

Roberto Carlos, de chapéu e cantando que deseja ter um milhão de amigos ... ai ... cantei junto.

Sorry, periferia, mas eu gosto de um programa musical, especialmente em homenagem ao Rei do Iê-iê-iê.

Além disso, estou na fase saudosista. BJkª. Elza

Thelma Louise

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Minha gatinha querida

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Elza Maria sempre em busca de respostas. Paradoxal, curiosa, inteligente, crítica, observadora, sentimental, habilidosa, amorosa, sensível, disciplinada e um montão de outras coisas. Ser humano normal, comum, mediano, mas que gosta de escrever e está no quarto blog.

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