quinta-feira, maio 21, 2015

PostHeaderIcon A Qualicorp, a Intervalor e eu

Para quem não sabe, Qualicorp é uma empresa que administra planos de saúde e dentre eles, a Unimed Paulistana.
Essa Unimed mantém contrato com a Caasp, ou seja, Caixa dos Advogados, setor da Ordem dos Advogados.
Eu assinei contrato de adesão com a Unimed Paulistana alguns anos atras e utilizei o serviço. Ficou tão ruim e caro que resolvi encerrar essa parceria e telefonei para lá para saber como eu poderia deixar a empresa.
Um atendente me disse que bastava eu não pagar 2 meses seguidos que seria desligada e que esses 2 meses não me seriam cobrados.
Assim, desliguei-me da Unimed Paulistana em janeiro de 2013.
No início deste ano comecei a receber telefonemas de uma tal de Intervalor. Gravação dizia:

Olá, sou Ana da Intervalor e se você for Elza Maria diga sou eu.

Dizia, em seguida, que tinha uma proposta de acordo imperdível para mim: eu pagaria as 2 prestações em aberto com desconto de 20% para a Qualicorp.

Conversei, falei, discuti, perdi a paciência e nada desta empresa parar de me atormentar com 10 a 12 telefonemas por dia, incluindo sábados, domingos e feriados!

A resposta que eu obtinha é que não foi correta minha forma de me desligar da empresa e que eu era devedora.

Fui à Caasp e resolvi por lá a pendência, pois, orientada pelas atendentes, escrevi carta à Qualicorp solicitando a gravação de minha conversa com o atendente quando me desliguei, e cópia do e.mail que enviei para a empresa confirmando meu desligamento. 

Um telefonema da auditoria da QUALICORP me garantiu que eu não era devedora e me foram pedidas milhares de desculpas. EU NADA DEVIA À QUALICORP por que fora mal orientada e meu nome fora retirado do rol de devedores e que a Intervalor nunca mais iria me procurar por causa desta dívida.

No dia seguinte passei a receber de 4 a 5 ligações por dia, dessa Intervalor, oferecendo acordo de 35% de desconto para eu pagar meu débito.

A Ouvidoria me dissera que demoraria uns 5 dias para a Invervalor parar de me atormentar. Passaram-se muito mais de 5 dias e a coisa continuou.

Enviei novo e.mail para a ouvidoria e acionei a Caasp mais uma vez.
Ontem, por volta das 10h recebi outra ligação da ouvidoria da Qualicorp com um milhão de pedidos de desculpas e a promessa que não seria mais assediada pela Intervalor.

Assim que desliguei o telefone, quem me liga? A INTERVALOR!!!!!!!!

Enviei e.mail para a Ouvidoria, mais uma vez. Disse que a empresa não era séria e que era desorganizada e daí para baixo.

Em seguida, recebi um telefonema da INTERVALOR. Queria falar com ROSALIA ... no meu nº de telefone...

Dá para acreditar? Atendi e gritei que eu não era Rosalia, que eu não conhecia Rosalia e que eu nada devia à Intervalor ou à Qualicorp.

Pior de tudo: posso ir ao Judiciário, mas não receberei nada de indenização, apesar de meu nome ter ficado no Serasa por alguns dias, já que, não tenho como provar dano.
Não receberei a quantia cobrada em dobro, também.
Vou perder meu caro tempo se bater na porta de alguma Vara de Pequenas Causas e eu que fique com o assédio, com o aborrecimento, com os telefonemas fora de hora e por aí afora.

Isto é Brasil!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Fui.

PostHeaderIcon Recuperação

Fisioterapia, gelo e exercícios para alongar meu braço e deixa-lo como era antes.
Sinto dor, mas vamos em frente. Já melhorei um pouco.
Fui.
terça-feira, maio 19, 2015

PostHeaderIcon Lembranças

Tive excelente professor de português que me apresentou à poesia de Cecilia Meireles.
Desde muito jovem me identifico com algumas delas e esta, em especial me cativou desde a primeira leitura.



Retrato
Eu não tinha esse rosto de hoje, assim
calmo, assim triste,
assim magro,

Nem estes olhos tão vazios
nem o lábio amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.

Eu não dei por essa mudança
tão simples, tão certa, tão fácil;

em que espelho
ficou perdida minha face?

Cecilia Meireles
sábado, maio 16, 2015

PostHeaderIcon Amadurecimento?

Faz dias que algo diferente acontece comigo e não sei divisar do que se trata. Quero ficar só e em silêncio. Nada de diferente no pensamento. Às vezes, um fio de lágrima. Vontade de comer feijoada, satisfeita. Apreciar o sol no parque enquanto acompanho os cachorros correndo, me relaxou. Nem brigar pela vaga da garagem... Nem escolher uma comida diferente, roupa especial, falar com uma amiga para lhe desejar feliz aniversário.
Nada!
Quero ficar no meu canto, quieta. Baltazar de um lado e Thelma Louise do outro e fim de papo.
Por que esse recolhimento?
Quando eu descobrir, contarei.
Fui.
segunda-feira, maio 04, 2015

PostHeaderIcon Itatiba

Vi uma das imagens mais bonitas desses últimos tempos aqui nessa simpática cidade. Estava no parque do povo, junto do grupo NASCE e o sol se pos. A lua cheia começou a despontar por entre     nuvens. Perdi a vontade de conversar e prestar atenção nos demais. O espetáculo me pegou e me encantou.

À tarde, sentada de  frente para o lago eu me extasiei com a vista. Água, colina,  gramado, flores, bosque a minha disposição. 

Sentada estava e sentada permaneci. Meditei. Esvaziei minha cabeça de pensamentos e me senti livre.

Muito boa a sensação.
sábado, maio 02, 2015

PostHeaderIcon Carta aberta à Presidente do Brasil

Srª Presidente da República
De inicio, não a chamo de presidenta porque esse título não existe.
Esse é seu primeiro erro ao assumir o mais alto posto administrativo da Nação, mas, não importa.
Escrevo a respeito de dois brasileiros executados na Indonésia por terem sido flagrados transportando COCAINA para aquele país, mesmo sabedores que eram da pena de morte caso fossem descobertos.
Foram flagrados, presos, julgados e condenados à morte e executados, tudo de acordo com a lei local.
Eram jovens inocentes, cara Senhora? Jovens ignorantes e que resolveram testar suas habilidades de transpor vigilância rígida da policia daquele País? 
A resposta é não! O primeiro executado era chefe do segundo executado. Ambos eram traficantes de drogas. Ambos viviam de atividade ilícita. Ambos levavam desassossego e angustia por onde espalhavam o horror da droga que contamina, vicia e é capaz de anular e até matar uma pessoa.
Nosso país tornou-se rota de droga. É mais do que sabido que droga produzida nos países da America do Sul passa pelo Brasil para ser distribuída pelo mundo e que brasileiros pertencem ao trafico internacional.
Ora, os dois executados na Indonésia eram partícipes desse descalabro, dessa doença contagiosa, desse malefício à humanidade chamado trafico internacional de drogas e, mesmo assim, sabedor o governo brasileiro disso e de muito mais que sequer estou citando, tem a coragem de pedir clemência para o governo de um país que está, apenas, exercendo sua soberania e punindo quem ultrapassa a barreira legislativa.
Clemência para esses dois que distribuem veneno aos jovens; que distribuem entorpecente a pais e mães de família e levam a risco menores inocentes; levam a  anulação até a morte de muitas pessoas que se viciam e acabam dependentes.
Que espécie de brasileiros foram os executados? Dignificaram nosso pais de alguma forma? Mostraram nossa cultura para a Indonésia? Por acaso divulgaram nosso potencial turístico?
Esses dois indivíduos apenas envergonharam a nós que somos idealistas, limpos, trabalhadores e responsáveis pelos atos que praticamos.
Os dois executados deixaram na Indonésia a marca de ser o Brasil país de maus filhos e que transportam drogas pelo mundo. Já não basta sermos conhecidos pelo futebol, mulheres nuas no carnaval de rua e turismo sexual, sem falarmos em eleições viciadas, corrupção e outros temas mais aziagos?
Do meu ponto de vista, Srª Presidente, houve pedido de clemência para quem não merecia. Deu-se erro diplomático quando  senhora recusou as credenciais do embaixador indonésio.
A inversão de valores ficou gritante demais. Enquanto um dos brasileiros se fez de esquizofrênico, seu filho autista ficou aqui, só com a Mãe. Será que esse jovem de 20 anos foi alimentado, vestido e educado com dinheiro proveniente da saúde física e mental de outros jovens usuários das drogas vendidas pelo pai ou pela gang ?

Minha revolta é tão grande que paro por aqui. O que mais eu possa dizer esbarra na ética. 
segunda-feira, fevereiro 16, 2015

PostHeaderIcon Gostaria de retornar





Sinto falta desse espaço, mas ao mesmo tempo, depois de ficar tanto tempo longe daqui, uma cortina de timidez se formou e tenho dificuldade de escrever o que me passa pela cabeça, como tantas vezes já escrevi. Talvez os acontecimentos da vida tenham deixado marcas em mim.

Ocorreu-me recordar uma situação terrível:

certa vez, eu estava numa saia justa que me fora colocada por pessoas interessadas em me ver pelas costas, numa entidade beneficente que tentei dirigir.
Marcada reunião em que eu deveria explicar alguns fatos, antes dela começar, ouvi uma pérola de nossa presidente:

- Não posso lhe dar apoio porque sou sua prima...

Pensei comigo: tá bom, dê apoio ao desconhecido e depois venha me contar!

Após as explicações e convencimento de todos da ausência de irregularidades, e correção das atitudes tomadas, já que sempre agi com apoio de uma das conselheiras, no mínimo, resolvi me afastar e me demiti. Esse fato tem uns 8 anos.

Claro que essa prima foi cortada de minhas relações, pois, preferiu apoiar quem ela não conhecia e ficou com cara de pastel depois de verificar que estava do lado errado da mesa. Só vi essa prima no funeral de meu irmão em julho de 2012, e a cumprimentei, porque, afinal, sou muito educada.

Noutro dia eu estava num laboratório para ter sangue colhido e encontrei essa prima. Toda sorridente veio me cumprimentar. Memória curta a de quem ofende e muito afiada, de quem se sentiu ofendida, né?

Ela veio e me contou muitas coisas e acabou por me dar um prazer, talvez, sem saber.

Na época daquela tal reunião acima referida, ela trabalhava com um primo nosso. Era empregada dele como já fora empregada do pai desse primo, marido de uma prima-irmã.

Relatou com veemência: ESTOU MUITO DECEPCIONADA COM O ZÉ. IMAGINE QUE ELE ME MANDOU EMBORA em maio passado! ELE ME DESPEDIU PORQUE O PAULO(??????) QUERIA MEU LUGAR E TANTO FEZ QUE O ZÉ PREFERIU FICAR COM ELE. Depois de tantos anos e de ter suado a camisa foi o recebi.

O que falar num situação dessas? Não fiquei feliz por ela ter sido despedida, mas sim, porque ela recebeu do mesmo veneno! Um familiar não apoiou outro. Desprezou o sangue pelo desconhecido!

Não ri. Não comentei. Não tripudiei. Sorri com ironia, mas não sei se ela entendeu.

Pensei comigo: Saí com as mãos limpas e livres, o que foi muito melhor.

Nada como o ensinamento : tens um inimigo? Senta-te a beira de um regato e espera. Um dia, o corpo dele passará boiando!!!

Quem sabe retorno amanhã?

Elza

Thelma Louise

Thelma Louise
Minha gatinha querida

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Elza Maria sempre em busca de respostas. Paradoxal, curiosa, inteligente, crítica, observadora, sentimental, habilidosa, amorosa, sensível, disciplinada e um montão de outras coisas. Ser humano normal, comum, mediano, mas que gosta de escrever e está no quarto blog.

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