quinta-feira, março 29, 2012

PostHeaderIcon Impunidade

Nosso Código Penal é de 1.940. Hoje, trata-se de miscelânia de leis que merece revisão.
Os crimes ali previstos e a forma de previsão foi considerada a mais moderna e avançada do mundo. Esse código foi copiado e elogiado por diversos países, mas, envelheceu.
Tornou-se inócuo e, gerou a impunidade.
Paralelamente a isso o governo não fez por modificar essa situação e também, não investiu em educação, no judiciário e menos ainda, na construção de prisões.
Quando falo em prisões, não me refiro à masmorras, mas a prédios em que o condenado seja tratado com decência e, de fato, reabilitado para a vida em sociedade.
Sou contra a prisão como simples castigo, pois, nada resolve e só cria novos bandidos no seu interior.
Sou favorável a penas mais pesadas; prisão perpétua; trabalhos forçados, mas contra a pena de morte e contra a redução de pena como hoje existe. Sou contra o saláro ao apenado e à familia.
Devido ao nosso judiciário capenga e corrupto, permissivo e desmoralizante estamos sem meios de enfrentar a criminalidade. A Policia, desaparelhada e mal paga, faz seu papel e prende, para o judiciário soltar em seguida!
Os bandidos tem moral e nós que pagamos impostos, muros altos.
Eles são livres e agem sem o menor constrangimento e nós, ficamos ilhados e com medo, sem saber o que ensinar aos filhos.
Nossos filhos leem jornal e assistem TV e ouvem as noticias de criminosos de todos os tipos e formatos, nas instituições públicas ou privadas, corrompendo e sendo corrompidos, furtando, matando, extorquindo e por aí afora, sem punição de qualquer espécie.
O que fazer?
Elza
sexta-feira, março 23, 2012

PostHeaderIcon Observação

Noutro dia, passeando Baltazar pelas ruas passarinhadas do meu bairro vi uma mulher andando com dificuldade. Pisava torto e dava passos curtos. Fiquei observando e curiosa porque, aparentemente ela não tinha problema algum. Muito be, vestida, tênis caros nos pés; cabelos tratados e o tal do celular na orelha.
Ao reparar em todos esse detalhes, pude notar que ela estava andando com as pernas abertas.
Olhando com cuidado, para que ela não reparasse na minha curiosidade, vi que ela chutava os pés a cada passada, com as pernas abertas.
Lembrei-me de minha sobrinha que só sabia andar de tênis e também chutava os pés e também mantinha as pernas abertas.
Passei a observar as pessoas na rua e percebi que é comum as pernas abertas.
Falta de orientação, pois, basta uma palavrinha para as pessoas mudarem sua postura e caminharem com elegância e sem dor.
Bjs. Elza
sábado, março 10, 2012

PostHeaderIcon Laboratórios

Detesto passar por exames, sejam físicos, mentais ou de qualquer tipo.
Detesto mãos estranhas mexendo em mim.
Apesar disso, de vez em quando eu cedo ao bom senso e marco hora no laboratório para passar pelo stress de ser examinada, futucada, apertada e radiografada.

Marquei os exames femininos num laboratório chamado CURA, aqui perto de casa. Foi-me recomendado por uma cachorreira, esposa de médico cientista que atestou a seriedade do local.

Como sou cuidadosa, cheguei mais cedo e avisei na recepção que, além dos exames com hora marcada eu deveria passar por outros dois e por isso meu adiantamento. Isso é nada fizeram o mesmo efeito.

Após 45 min de espera e 13 horas em jejum, percebi que pessoas que chegaram depois de mim estavam sendo passadas na minha frente e que eu desmaiaria de fome a qualquer momento. Com baixa de açucar no sangue em virtude do jejum, sou capaz de armar um barraco monumental!

Chamei a recepcionista e percebi que ela estava perdida. Muita gente em pouco espaço. Poucas pessoas no cadastro e muitos pacientes na espera e o calor aumentado.

Fiquei brava, tomei meus docujmentos e requisições de exames e fui embora.

Enviei e.mail para o laboratório e relatei o ocorrido.

Marquei hora noutro laboratório para os exames radiológios e, para me prevenir, fui até lá para fazer os exames que não precisam de hora marcada e voltarei para os demais.

Uma jovem meiga e simpática veio me atender e me furou, mas não achou a veia e gritou por socorro. Um homem chegou, retirou o artefato do meu braço e fez um segundo furo. Certeiro e eficaz. Recolheu o sangue e foi muito simpático.

Comi alguma coisa e esperei para o outro exame. Chamei a moça e disse que estava na hora. Ela quase me queimou com água quente demais! Não me avisou para sair da mesa e colher material noutro local e eu jamais fizera esse exame na minha vida...

Mandei e.mail para o laboratório e sugeri que ela fosse mais treinada.

Lastimável!

Bj. Elza
sexta-feira, março 02, 2012

PostHeaderIcon Surpresa










Nunca imaginei que aquela iniciativa de juntar as colegas de ginásio depois de 45 anos separadas poderia gerar o movimento caloroso e constante que gerou.

O destino colocou 3 das 4 colegas que residem fora de São Paulo, ao memo tempo, na cidade.

Coincidentemente, recebi e.mail de uma, que pouco frequenta nossas reuniões, me pedindo para marcar alguma coisa, pois, ela estava com saudade.

Conversei com as "estrangeiras" e marquei uma pizzada.

Avisei, sem maiores cuidados às demais, que no dia 29, às 20h estaríamos na pizzaria e quem quisesse ir era bem vinda. Caso pudesse me avisar, melhor, pois, eu reservaria mesa.

Marquei sem grandes cuidados, sem organização e sem contar com a maioria. O calor muito forte, meio de semana, todas ou quase trabalham...

Dezessete colegas foram e 4 avisaram de última hora que impedimentos houve e não compareceram.

Uma, que nem se manifestou, apareceu e disse que ficaria "só um pouquinho", acabou saindo junto com o bando, depois de comer, o que nos surpreendeu, dados os problemas estomacais que ela desenvolveu ao longo da vida! No dia imediato passou por uma endoscopia ...

Outra que avisou que "daria uma passadinha" ficou, comeu, bebeu, fotografou, e se divertiu até o fim!

Meus "macaquinhos" do sótão estão soltos e felizes da vida. O encontro foi delicioso e todas se divertiram muito, inclusive eu. Do meu ponto de vista essa pizzada foi a reunião mais alegre e descontraída de todas. Eu designei data e local. Não me dei ao trabalho de consultar ninguém, como fiz das outras vezes.

Na pizzaria, eu escolhi as pizzas que foram servidas.

Algumas me chamam de Mamma e eu sei porque. Escolho, determino, aparto desentendimentos, acolho os chororos ...

No final, o gerente da casa mandou de presente para nós uma torta holandesa deliciosa.

Cheguei em casa antes da meia-noite, feliz e descontraída. Contente comigo e com o grupo.

Ver a turma reunida mais uma vez me enche de realização, pois, não fosse aquele encontro com a Clô, dentro da escola, por causa de eleições para governador de Estado, nada disso teria acontecido.

Aquele encontro me permitiu entrar nas memórias remotas e redescobrir a adolescente dentro de mim; aguçou minha capacidade de olhar as pessoas como elas de fato são; permitiu-me desenvolver novas amizades a partir de antigos conhecimentos. Não digo que foi resgate, mas tem sido um reviver de emoções e uma descoberta de novas sensações.

Alguma colega me disse que eu sempre fui divertida e irônica. Outra me disse que sempre tive olhar arguto e preciso, mas que eu tinha um enorme defeito: falava o que via! Aos poucos descubro como cada uma me via e, confesso, estou encantada.

Assim que eu carregar meu telefone, baixo as fotos e escolho uma bem bonita para colocar aqui. Essa foi batida pela filha da dona da casa. Estou bem no meio, no chão, de blusa vermelha.

Bjs. Elza

Thelma Louise

Thelma Louise
Minha gatinha querida

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Elza Maria sempre em busca de respostas. Paradoxal, curiosa, inteligente, crítica, observadora, sentimental, habilidosa, amorosa, sensível, disciplinada e um montão de outras coisas. Ser humano normal, comum, mediano, mas que gosta de escrever e está no quarto blog.

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